Partimos para a rodoviária de metrô, entrando na estação Bellas Artes, parando em Baquedano para uma combinación e saltando definitivamente na estação Universidade de Chile, ou seria Universidade de Santiago? Ai, Isa, me ajuda! Rs. Em todo caso, saía-se dentro da rodoviária. Algo muito simples, lógico e inadmissível de não existir ainda no Rio de Janeiro.
Pegamos um ônibus excelente até Valparaiso, que partiu10 minutos depois de comprarmos as passagens. Havia wifi dentro dele e pude colocar em dia as postagens enquanto minha bateria durou.
Chegamos em Valpo por volta de 15h e o Fernando, namorado de uma grande amiga da Isabela, a Adriana, estava nos esperando na rodoviária de lá. Fernando mora em Viña del Mar e foi um guia sensacional porque, além de local, é arquiteto, assim como a Adriana. Consequentemente, a escolha sobre o que considerava relevante a uma visita foi perfeita pra mim e Isabela. Além disso, conforme descobrimos depois, Valparaiso pode ser um labirinto em meio às ladeiras e obras que cobrem a parte alta da cidade. Foi muito bom que alguém soubesse como andar por lá.
Nossa primeira parada foi no Morgan Bed and Breakfast, aonde deixamos nossas malas e trocamos de roupa. Foi, de longe, o melhor lugar em que estivemos. As instalações eram super charmosas e contava apenas com 5 acomodações. O quarto era lindinho, as camas deliciosas e o chuveiro pelando!
Depois, nosso cicerone nos levou a um mirante, num restaurante muito gostoso, onde tomei minha primeira e inesquecível cerveja Austral Lager. Fiquei apaixonada! Engraçado, eu imaginei que fosse tomar muito mais vinho do que cerveja no Chile, mas os danados também são muito bons com a cevada!
Depois da paradinha estratégica, seguimos pelas ruas e vielas, sempre nos impressionando com a arquitetura interessante e o céu deslumbrante, em tons de azul, branco e rosa.
Definitivamente, Valpo lembra muito Santa Teresa em sua parte alta. Muitas casas charmosas, com pequenos bistrôs e restaurantes, além de grafites e pinturas urbanas davam um tom descolado ao lugar.
Como não podia deixar de ser, provamos o Pisco Sour de Valparaiso!
Depois dessa entrada, resolvi pedir finalmente a Paila Marina, que vem a ser uma sopa "levanta defunto". Tem peixe e mariscos, junto com cebolas e muitos temperos. A Paila Marina também podia ser encontrada em Santiago, mas apostei que a de Valparaiso fosse ser mais fresca e saborosa o que comprovei totalmente mais tarde.
No fim do nosso jantar, ainda tivemos música ao vivo! Um senhor com jeito de artista dos anos 50 cantou vários boleros. Formaram-se alguns casais dançantes entre as mesas e adoramos a espontaneidade simples do lugar!
Barriga cheia, o cansaço do dia cheio comecou a bater, então seguimos pro Hostal. Confesso que acabei dando umas cochiladinhas no banco de trás, perdendo alguns cenários e casas bem bacanas mostrados pelo Fernando.
Chegando no Hostal, a exaustão era tanta que o máximo que consegui fazer foi atualizar fotos nos posts para posterior escrita. A sensação de que não posso perder um segundo, pois está acabando, começou a dar o tom da viagem.
Linda Valpo!















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